
A criadora de conteúdo adulto e empresária Andressa Urach anunciou que pretende acionar o Ministério Público contra a cantora sertaneja Maraisa, da dupla com Maiara, sob acusação de psicofobia. O estopim da polêmica foi o lançamento da música “Borderline”, que, segundo Urach, reforça estigmas e preconceitos contra pessoas diagnosticadas com transtornos mentais.
Diagnosticada com Transtorno de Personalidade Borderline, Andressa criticou duramente a composição e afirmou que a obra tem impacto direto na saúde emocional de quem convive com a condição. “Maraisa, em nome de todos os borderlines, nos sentimos ofendidos com essa música infeliz, que gera preconceito e prejudica a saúde mental de muita gente. Isso é crime”, declarou Urach, que também é proprietária do mercado Super Urach.
A ex-participante de “A Fazenda” revelou que diversas pessoas diagnosticadas com borderline estão se mobilizando para formalizar a denúncia coletiva. Para Urach, a música não apenas desinforma, mas também “aciona gatilhos horríveis” em quem já enfrenta batalhas emocionais intensas.
“Você não pode tratar um borderline como maluco, como diz na sua letra. Isso é grave”, reforçou a empresária, em tom de indignação.
Após a repercussão negativa e o movimento de repúdio nas redes sociais, Maraisa apagou o vídeo em que aparecia cantando a música em seu perfil no Instagram. Ainda assim, o caso segue ganhando força e evidenciando discussões importantes sobre responsabilidade social, estigmatização de transtornos mentais e psicofobia.
Especialistas em saúde mental alertam que o uso indevido de termos clínicos em produtos culturais pode alimentar desinformação e perpetuar preconceitos, agravando o sofrimento de quem já enfrenta vulnerabilidades emocionais.
O caso levanta um debate urgente: a arte tem liberdade, mas precisa exercer responsabilidade quando trata de questões tão sensíveis como os transtornos mentais. A expectativa agora é para os próximos desdobramentos judiciais desta controvérsia.
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